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Médicos

Ser encontrado por quem já está procurando você.

Alguém digitou a sua especialidade e o seu bairro hoje de manhã. Alguém apareceu. A Doninha constrói e mantém a presença que faz esse alguém ser você — site próprio, perfil no Google e páginas que respondem o que o paciente pergunta antes de marcar.

Ver se a sua especialidade e o seu bairro estão livres

Prova

Como isso aparece na prática

A mesma profissional, nos três lugares por onde o paciente chega.

A busca

O site próprio aparece na busca por especialidade e bairro, antes dos agregadores.

O mapa

Perfil do Google configurado, com serviços listados e avaliações respondidas.

A base

Site próprio, no ar, no nome dela.

Uma dermatologista dos Jardins. Antes do projeto: nenhum site próprio, nenhum perfil configurado. Posição de busca muda, e o que está aqui é registro, não promessa.

O problema

Hoje, quando alguém procura o que você faz, quem aparece?

Ainda não é você. E não é por falta de competência clínica — é porque a primeira página do Google não premia quem é melhor, premia quem está escrito para ser encontrado.

  1. Sem site próprio

    Quem procura pelo seu nome encontra o site da clínica, um agregador ou o seu Instagram. Nenhum dos três foi escrito para convencer alguém a marcar com você.

  2. Perfil quase vazio

    Poucas avaliações, nenhuma publicação, serviços não listados. Para o mapa do Google, você quase não existe — e o mapa é onde a busca por bairro termina.

  3. Sem conteúdo

    Nenhuma página sua responde às dúvidas que o paciente digita antes de marcar. Quem responde primeiro é quem ganha a consulta.

Um paciente não vale uma consulta

Pegue o seu ticket de consulta. Multiplique pelos retornos de um ano. Agora multiplique pelos anos que um paciente crônico fica com você — e some as pessoas que ele indica, que também são pacientes que chegaram por causa dele.

Esse é o valor de um paciente que a busca entregou. E a busca não entrega uma vez: entrega todo mês, enquanto a presença estiver de pé.

Faça essa conta com os seus números antes de olhar qualquer preço nesta página.

Quem procura

As pessoas que digitam antes de marcar

Ninguém busca uma especialidade por curiosidade. Cada busca é uma pessoa num momento específico, e cada momento pede uma página diferente. Essas são as cinco entradas que aparecem em quase toda especialidade:

  • 01

    Tem um sintoma e está assustado

    Viu algo mudar, ou tem caso na família. Quer ser examinado logo, não tranquilizado por telefone. Decide rápido, e decide por quem responde a dúvida dele com clareza.

  • 02

    Já tem o diagnóstico e procura quem trata

    Chegou com laudo na mão. Compara técnica, experiência e conduta — não compara preço. É o paciente que mais lê antes de escolher.

  • 03

    Convive com algo crônico e voltou a procurar

    Já tentou por conta própria, já passou por outro profissional. É o paciente que mais volta, e o que mais indica.

  • 04

    Foi indicado e está conferindo você

    Digita o seu nome. Se o que aparece for o site da clínica, um agregador e um perfil vazio, a indicação esfria — e a culpa não é de quem indicou.

  • 05

    Busca pelo bairro

    “perto de mim”, “no bairro”. Volume menor, intenção altíssima: quem busca por região quer marcar esta semana.

Presença digital local é ter uma página pronta para cada uma dessas cinco pessoas — escrita com a palavra que ela usa, não com a palavra que está no prontuário.

O argumento

Um site que fala de tudo não é reconhecido como especialista em nada

A primeira decisão do projeto não é de design: é decidir para que você quer ser procurado — e o que fica de fora.

Isso desconforta, porque parece abrir mão de paciente. É o contrário. Quanto mais estreito o assunto, mais fácil chegar à primeira página dele; e é a primeira página de um assunto específico que traz o paciente que você quer atender. Um site que promete tudo compete com todo mundo e não ganha de ninguém.

Fora do foco você continua atendendo. Só não é por ali que a busca vai te encontrar — e é o mesmo motivo pelo qual a Doninha atende consultórios, e não “empresas em geral”.

Como funciona

Método Doninha

Cinco etapas, todas com entrega verificável. Sem etapa abstrata e sem “estratégia” que não vira arquivo: cada uma termina em algo que existe e que dá para conferir.

  1. 01

    Foco

    Para que você quer ser procurado, e o que fica de fora. Sai da imersão com uma lista de assuntos e os termos reais que as pessoas digitam para cada um.

  2. 02

    Base

    Seu site, escrito do zero, rápido, com uma página por assunto do foco. Domínio e acessos no seu nome, sempre.

  3. 03

    Mapa

    Google Business Profile revisado: serviços listados com o nome que o paciente usa, fotos, publicações e uma rodada de avaliações montada com a sua recepção. É a alavanca mais rápida que existe — avaliações pesam direto no ranqueamento do mapa.

  4. 04

    Conteúdo

    Páginas em forma de pergunta: a dúvida escrita como o paciente faz, e a resposta logo abaixo. Com dados estruturados no código e fonte para cada afirmação.

    Quando o paciente pergunta a uma IA, quem é citado?

    Cada vez mais gente pergunta ao ChatGPT antes de procurar no Google. Uma página escrita em forma de pergunta, com CRM, endereço e referências marcados no código, é uma página que a máquina tem como citar. É a mesma engenharia que faz ranquear na busca; muda o formato da resposta.

  5. 05

    Acompanhamento

    Publicação mensal, medição e relatório.

    Site pronto não é presença pronta

    Perfil sem publicação perde posição no mapa. Página que não é atualizada perde relevância. Busca é um lugar que se ocupa todo mês, não uma obra que se entrega. O acompanhamento tem número definido de publicações, combinado antes de começar. Nada de “ilimitado” — o que é ilimitado não é cumprido.

Google Ads e YouTube entram como canais adicionais quando fazem sentido para o seu caso. Nunca como etapa obrigatória, e nunca no lugar do orgânico.

Divisão do trabalho

Quanto do seu tempo isto consome

É a pergunta mais justa numa proposta como esta, e ela costuma ser respondida com evasiva. A resposta honesta é: pouco, mas não zero — e o pouco é insubstituível, porque quem assina o conteúdo é você.

Você
  • Responder o briefing, por escrito ou em áudio
  • Uma conversa de imersão, no começo do projeto
  • Enviar fotos, currículo e acessos do Google
  • Aprovar os textos antes de qualquer coisa ir ao ar
Sua recepção
  • Enviar o pedido de avaliação no fim da consulta, com o link curto e o texto prontos
  • É a tarefa que mais muda o resultado nos primeiros noventa dias, e ela não passa por você
A Doninha
  • Pesquisa dos termos, redação das páginas, construção do site
  • Perfil do Google, publicações e respostas às avaliações
  • Medição, relatório e o que for combinado no acompanhamento

Nada vai ao ar sem o seu aval. Nenhum texto é publicado por robô, e nenhum dado de paciente transita pela Doninha em momento nenhum.

Se você divide endereço

O site da clínica continua. O seu faz outra coisa.

São dois trabalhos diferentes, e eles só competem entre si quando ninguém combina nada. O site da clínica vence buscas de bairro e de especialidade ampla, e entrega o paciente à clínica. O seu site disputa os assuntos do seu foco — o procedimento, a condição, a sua conduta — e entrega o paciente a você.

  • Links cruzados

    O site da clínica aponta para as suas páginas; o seu aponta de volta. Os dois ganham autoridade nisso.

  • Um só agendamento

    Os dois levam ao mesmo canal, com a origem marcada, para saber qual dos dois trouxe o paciente.

  • Endereço idêntico

    Nome, endereço e telefone escritos exatamente igual em todo lugar. É detalhe chato e é o que sustenta o ranqueamento local.

Como a Doninha escreve

Dentro do CFM, por escolha e não por medo

Você já ouviu promessa de agência. É por isso que a maior parte do marketing médico envelhece mal: promete número, publica antes e depois, e deixa o processo do conselho na sua mesa, não na de quem escreveu.

O que a Doninha não faz, em nenhum pacote:

  • Depoimento de paciente sobre resultado de tratamento
  • Promessa ou garantia de resultado, clínico ou comercial
  • Antes e depois de procedimento
  • Número inventado, ranking prometido, métrica que não foi medida

O pedido de avaliação, por exemplo, fala do atendimento — nunca do resultado do tratamento.

Nada disso limita o que dá para construir. Limita o tipo de frase, e a frase que sobra é a que sustenta autoridade: o que você examina, como você conduz, o que o paciente pode esperar da consulta. É mais difícil de escrever, e é o que continua verdadeiro daqui a três anos.

Exclusividade e investimento

Um estúdio pequeno, de propósito

A Doninha atende um profissional por especialidade e bairro, enquanto o acompanhamento mensal estiver ativo.

Não é escassez de marketing. Dois dermatologistas do mesmo bairro disputam exatamente a mesma primeira página — vender esse lugar duas vezes seria vender uma coisa que não existe. Enquanto você for cliente, o seu par especialidade + bairro não é oferecido a mais ninguém.

O número de clientes é limitado porque a entrega é feita, não terceirizada.

Projetos a partir de R$ 10.000 · acompanhamento mensal a partir de R$ 1.100

O valor exato depende do foco, da quantidade de páginas e dos canais que entram. Ele aparece fechado na proposta, com escopo contável — número de páginas, de publicações e de relatórios — e não em tabela genérica, porque nenhum consultório é genérico. Compare com a conta que você fez lá em cima.

Contato

Ver se o seu território está livre

A primeira coisa a descobrir não é preço: é se a sua especialidade e o seu bairro ainda estão disponíveis. Se estiverem ocupados, a resposta é não — e vem rápido, sem reunião.

  1. 01

    Resposta por e-mail em até dois dias úteis, dizendo se o território está livre.

  2. 02

    Uma conversa de trinta minutos sobre o que você quer ser procurado para fazer. Sem apresentação de vendas.

  3. 03

    Se fizer sentido para os dois lados, uma proposta com escopo e preço fechados.